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sexta-feira, 29 de julho de 2011

[Brian Littrell] Brian Littrell, dos Backstreet Boys, fala sobre a banda, fãs e rivalidade

Brian Littrell, membro dos Backstreet Boys e um grande conquistador, está a caminho do Hershey. O homem que tem o rosto estampado em paredes de quartos e capas de revistas se uniu aos seus colegas de banda e com o New Kids on the Block para uma a turnê dos sonhos de qualquer fã de boy-band. Seu próximo destino? Hersheypark Stadium, no sábado.

Mesmo que o nome Backstreet Boys não lhe soe familiar, com certeza você já ouviu suas músicas. O grupo chegou ao topo da fama no final dos anos 90 com o hit "Quit Playing Games With My Heart" e "I Want it That Way". Seis álbuns do grupo estiveram presentes no top 10 da Billboard. Com uma enormidade de músicas gravadas, a banda também já recebeu diversas indicações ao Grammy.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

[Howie D] Entrevista para a 680News

Pouco antes do segundo show em Toronto, Howie deu uma entrevista para a 680News, onde fala da turnê conjunta com o NKTOBSB, da sua carreira solo e a fundação de apoio às pesquisas do Lupus.

Como em todas as demais entrevistas concedidas no Canadá, o cantor lembra da importância que o país teve e tem na carreira da banda e re-afirma que o Canadá é como se fosse a segunda casa deles, e completa dizendo que é ainda mais especial para ele que, além de todo carinho que tem pelo país por causa da sua bada, também tem outros negócios lá, como os meninos do Neverest, de quem é empresário.

terça-feira, 7 de junho de 2011

[Howie D] Entrevista para Virgin Radio (Montreal)

De passagem pelo Canadá com a turnê NKOTBSB, Howie D, que recentemente lançou seu primeiro single solo "100", bem como o video oficial, está aproveitando a oportunidade para visitar algumas emissoras de TV e rádio do país para promover sua recente carreira solo, bem como a de seus pupilos, Neverest.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

[Nick Carter] "Perdi 30 kilos"

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Durante os anos 90, o loirinho dos Backstreet Boys estampou a parede dos quartos de milhares meninas, mais do que Tokio Hotel e Robbie William, juntos, foram capazes de conquistar durante os anos 2000. Nick era tão doce! Mas depois de emplacarem sucessos como "Quit Playing Games (With My Heart)" e "Show Me The Meaning Of Being Lonely" nem tudo estava em paz na vida da maior boy band da história. Carter lançou seu primeiro trabalho solo, "Now or Never" (2002), que não alcançou as expectativas da crítica, que encontrou em Justin Timberlake o mais novo queiridinho da América.

Ao invés de desistir, porém, ele voltou a trabalhar com sua banda formada por Howie Dorough, AJ McLean e Brian Littrell, hoje todos adultos, e juntos conseguiram mais alguns discos de platina, além de ainda venderem muitos shows. Mas o cantor, de 31 anos, ainda não parece satisfeito e, mais uma vez, ele tenta alavancar sua carreira solo lançando, no próximo dia 3 de junho, seu segundo trabalho solo entítulado "I'm Taking Off". Durante o último mês de maio ele se apresentou em Hamburgo, mas antes disso convidou a Unikosmos para ir até o seu hotel e conversou sobre seus erros cometidos na adolescência, seu novo "eu" e comida alemã.

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U: Recentemente você esteve presente em um evento culinário em Hamburgo. Como foi?
NC: Foi muito legal, eu tive a oportunidade de cozinhar com o chef Nelson Müller e foi realmente uma experiência nova pra mim, a comida aquece o coração e faz bem para as endorfinas, foi uma grande oportunidade, além de ter apresentado meu trabalho. Tinha bife e almondegas... aquelas almondegas.!

U: Você pediria esse tipo de comida em um restaurante?
NC: Antigamente eu pediria com uma frequencia maior. Eu e os rapazes já viemos muitas vezes à Alemanha e se estamos hospedados em um hotel em alguma cidade do interior, no meio do nada, e lemos no cardápio "bife", é sempre uma escolha segura (risos).

U: O que você come hoje em dia?
NC: Hoje eu tento me alimentar de maneira mais saudável, dou preferencia a frutas e vegetais e alimentos organicos.

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U: Mas você não é vegetariano, certo?
NC: Bem, eu estou tentando. Estou tentando acrescentar mais vegetais na minha dieta. Eu me interesso bastante por essa opção alimentar.

U: Você era muito novo quando começou sua carreira com os Backstreet Boys. Você ainda se lembra de como se sentiu?
NC: Claro, nós ainda não eramos muito conhecidos quando viémos à Alemanha pela primeira vez e foi uma grande experiência, tivémos de trabalhar bastante para conseguir ganhar algum espaço. Como nós não éramos famosos, podíamos fazer bem mais coisas do que hoje em dia. Naquela época eu procurava viver o momento e sempre tentando atrair a atenção das meninas. Uma das minhas primeiras namoradas eu conheci aqui na Alemanha!

U: Em algum momento você sente falta da sua adolescência?
NC: Durante um tempo eu senti sim, e com uma certa frequência. Eu tentei descobrir quem eu realmente era. Eu vivi o meu passado e não me arrependo de nada. Todos meus amigos frequentaram o ensino médio e tiveram as suas cerimônias de formatura, mas sempre que eu voltava para casa era por períodos muito curtos. Eu tinha meio que um espírito livre. Hoje, se eu olhar pra trás, eu vejo que sou feliz. Todos meus amigos parecem mais velhos e menos saudáveis do que eu. Eu também sou muito cosmopolita, porque tive a oportunidade de viajar pelo mundo todo. Hoje eu acho que tive sorte de ter passado por tudo isso. Eu gosto da minha vida.

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U: É verdade que sua vida mudou radicalmente alguns anos atrás? O que aconteceu?
NC: Eu passei por uma experiência de quase morte... ou, pelo menos, estive mais próximo da morte do que nunca. O médico me disse que eu tenho uma doença do músculo cardíaco chamada "cardiomiopatia". É um enfraquencimento do músculo cardíaco provocado pelo uso de drogas e álcool. E essa notícia que o médico me deu foi como um alerta de que eu precisava acordar e começar a ver minha vida de uma forma diferente. Eu como de forma diferente, eu vou sempre à academia, eu tento ser mais vegetariano, eu tento melhorar minha dieta de forma a melhorar a minha saúde. Tudo isso é muito novo e empolgante pra mim. Eu gosto da minha aparencia mais saudável.

U: Como você se sente depois de ter se livrado de uma rotina tão "não-saudável"? Você sente falta de alguma coisa?
NC: Não, não, não. Eu penso melhor, eu produzo mais, eu tenho uma aparencia melhor. Quando eu me olho no espelho eu gosto da imagem que vejo. Eu sou mais saudável. Eu venci. Eu acho que foi uma mudança, primordialmente, mental. Eu tinha um pensamento muito negativo. Esse alerta me forçou a mudar minha postura e a tomar uma decisão, eu tinha que saltar do trem e procurar um novo caminho que me mudou completamente enquanto pessoa. Tudo que eu tinha feito, até então, era errado.

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U: Com certeza não foi fácil. Parabéns pelo sucesso.
NC: Foi muito difícil e eu ainda trabalho nisso, porque embora tenha sido há quatro ou cinco anos atrás, essa é uma batalha eterna, então é um aprendizado novo a cada dia.

U: Essa doença cardíaca é crônica?
NC: O médico disse, na época, que eu tinha sintomas primários, os primeiros sintomas de uma doença cardíaca. Oito meses depois, aproximadamente, eu voltei ao médico e ele me disse que os sintomas tinham desaparecido. Eu achei que tivesse, em parte, sido por causa da mudança de estilo de vida, mas eu ainda hajo como se nada tivesse mudado desde o primeiro diagnóstico. Vai saber. E se na próxima consulta o médico me disser que os sintomas voltaram? Eu prefiro continuar me adaptando a isso.

U: O quão próximo você é do seu irmão Aaron, que também fez algum sucesso enquanto criança? Ele tem mais de um milhão de dólares em dívidas de impostos...
NC: Nós somos próximos. Eu acredito que a partir do momento em que ele olhar, de verdade, pra sua vida, ele verá que precisa se livrar de algumas coisas. Isso é uma coisa importante pra todos nós, eu acho. Nós temos que aprender a ser independentes. Quando você passa a enfrentar a vida, ela irá te trazer experiências que farão você se tornar uma pessoa melhor. Ele fará isso quando chegar o momento certo. Eu apoio ele, claro.

U: Tem muitas fãs esperando por você no saguão do hotel. Em algum momento você se cansa disso?
NC: Não. Nesse exato momento isso é tudo de que eu preciso: apoio. Eles sempre estão por perto, me dando conselhos e apoiando. Você vê todo o trabalho que eu tive pra fazer esse álbum, e eu só consegui por causa dos fãs incríveis que eu tenho, espero que eu possa voltar e me apresentar em lugares maiores e fazer uma bela turnê pela Alemanha - isso é muito importante pra mim.

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U: O que você estava pensando quando escreveu sua música single "Just One Kiss"?
NC: Essa música foi escrita por mim em parceria com mais dois compositores. É uma música que fala sobre desespero. Ele vem de um lado do relacionamento, quando ele pensa que perdeu alguém. Ele tenta consertar a relação. A sua última esperança é pedir a ela um último beijo. E se, mesmo assim, eles não sentirem mais nada, então é realmente o fim e ele entenderá isso. Ele é aquele que cometeu os erros dentro do relacionamento. Para os homens isso não é fácil de admitir, eu acho... mesmo que eles tenham feito alguma coisa errada. Essa história não é, necessariamente, a minha história de vida atual - pode ser alguma coisa que tenha acontecido no passado. Mas eu acho que todo mundo consegue se encaixar nessa história...

U: Onde você irá hoje a noite, depois do show em Hamburgo?
NC: Eu serei um bom rapaz e irei pra cama mais cedo. Dormir, hoje, é um bem tão precioso pra mim. Ok, se você é jovem, talvez a gente consiga curtir a noite toda, mas eu quero poder acordar amanhã e fazer algo produtivo, ler um livro, estudar um pouco. Eu quero ser uma pessoa melhor, eu irei comer melhor e ir a academia. É um sacrifício. Eu não posso sair e fazer tudo isso que falei, eu já fiz isso, mas não agora; embora eu adore sair com meus amigos uma coisa é certa... se eu não tivesse feito as escolhas ceertas, eu não estaria, profissionalmente, onde estou hoje. Eu perdi 30 kilos, me tornei um cantor melhor e mudei minha perspectiva de ver e ser visto pelo mundo. Eu estou muito feliz de estar onde e como estou e nada disso teria acontecido se eu tivesse voltado aos meus velhos hábitos. 

Credits to Unikosmos.de


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terça-feira, 31 de maio de 2011

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

[ENTREVISTA | AJ McLean] Backstreet Boys esperam reconquistar seus fãs Mexicanos

Ontem o nosso querido AJ foi entrevistado, pelo telefone, pela Notimex, confira abaixo o resultado:

Há vários anos na estrada, a banda norte-americana, Backstreet Boys, espera reconquistar seus fãs mexicanos com as três apresentações que farão no México, país que os apoia desde o seu início, há quase duas décadas.

"Quero muito ir ao México, espero que seja maravilhoso, e tenho certeza de que será, tomara que tenhamos algum tempo livre para poder ir a alguns lugares e também para jogar golf; para uma boa comida...", disse o membro da banda, AJ McLean, à Notimex.


Adiantou que "os fãs do México são maravilhosos e que vai ser muito bom voltar a ver muitas caras conhecidas".

McLean disse, ainda, que os fãs do México são verdadeiramente vivem com paixão, se emocionam, são magnificos; serão apresentações extraordinárias! "Estou muito ansioso para voltar lá!"

A banda ainda tem muitos sonhos, alguns dos quais "se tornaram realidade... creio que nenhum de nós acreditava que poderíamos durar tanto, e já são 18 anos. Temos os melhores fãs do mundo."

"Somos muito felizes e nos sentimos abençoados... mas estipulamos algumas metas para que possamos durar, pelo menos, mais 18 anos e ainda não ganhamos nenhum Grammy, embora tenhamos sido agraciados com algumas nomeações", disse.

"Queremos continuar gravando, fazendo shows e turnês; consequentemente, fazer mais música. Enquanto nossas fãs existirem, e nos quiserem, continuaremos fazendo música," reinterou.

"Os próximos meses serão de ensaios,assim que voltarmos do Vietnam e do México, nos reuniremos com os novos integrantes para isso, creio que por durante dois meses. Faremos mais shows e no final do ano me caso, assim, esse será um grande ano," disse.

O grupo fará em março sua turnê pela Argentina, Chile, Perú, Equador, Venezuela e Panamá antes de chegar ao México para apresentar-se em Guadalajara no próximo dia 14.

Na quarta-feira, 16 de março, aparesentam-se no Auditório Nacional e dois dias depois em Monterrey.

Depois os rapazes tem dois shows no Vietnam e no final do mês regressam aos Estados Unidos, para durantes os meses de Maio e Junho se apresentarem por lá.

"Me casarei em 17 de dezembro, maiores detalhes só nos próximos meses, pois queremos manter um pouco de segredo, mas faremos algumas sessões de fotos exclusivas para os fãs. O casamento será temático, então será bem divertido", adiantou;

"Nos vemos em breve. Quero agradecer por todo carinho e apoio que meus fãs mexicanos sempre me deram," disse.


Credits to Milenio.com

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sábado, 5 de fevereiro de 2011

Backstreet Boys faz show no Rio e Brian dá entrevista exclusiva ao EXTRA



Já se vão 11 anos da primeira vinda ao Brasil, e 18 desde o início da banda. “Mas nosso tanque está cheio de gás”, assegura Brian Littrell, um dos vocalistas da boy band, em entrevista exclusiva ao EXTRA. O grupo apresenta o show “This is us”, no Citibank Hall, na Barra, no dia 25 de fevereiro.

Do alto de seus 35 anos, o astro da eterna boy band comenta a atual fase vivida pelo grupo, e responde a perguntas dos seguidores do Twitter do Sessão Extra (veja no quadro abaixo).

Brian garante que o colega AJ McLean — internado no início do ano em uma clínica de reabilitação — vai estar no palco.

— Conversamos esta semana, e ele é uma pessoa melhor agora — explica Brian.

Esta é a quarta vez que o grupo vem ao Brasil. E os três setores mais caros já estão esgotados. Brian reconhece que quem sustenta a banda hoje são as fãs.

— Não fazemos música para a mídia. É bom olhar para o passado e ver que as fãs são fiéis — afirma.

No momento, o grupo trabalha numa turnê junto com outra boy band, o New Kids On The Block. Brian cogita a possibilidade de trazer este show para o Brasil:

— Não posso responder pelos outros, mas é uma vontade nossa.

O que Brian pode prometer, no entanto, são os maiores sucessos no show do dia 25.

— Não precisa nem perguntar se vamos tocar “I want it that way” — brinca.

As seguidoras do Twitter do @sessaoextra perguntam, os Backstreet Boys respondem

Vocês pretendem fazer um novo CD depois da turnê com o New Kids?


Nós já estamos no estúdio trabalhando em um novo álbum, que deve sair ainda este ano.

Depois de 18 anos de carreira, o que não mudou entre vocês?


Praticamente tudo mudou. Mas quando nos juntamos, ainda fazemos um ótimo som juntos.

Por que o Brasil foi escolhido para esta turnê?


O povo brasileiro é muito apaixonado. Há muito tempo estamos prometendo que vamos voltar. Estamos animados!

Brian, como vai ser seu aniversário aqui no Brasil?


Estou pensando em levar minha mulher e meu filho também. Aí, vamos fazer um jantar especial de aniversário.

Creditos: Extra
Matéria feita por Matheus Vieira

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Aiko Iwashita entrevista Brian Littrell para a 102.9 K-Lite


102.9, Hamilton K-Lite.

Os Backstreet Boys voltam à estrada, nesse verão, para promover seu sétimo e último álbum, This is Us, e estou muito empolgada. Comigo, ao telefone, está Brian Littrell, dos Backstreet Boys.

[Brian] Oiiii, como vai?

[Aiko] Eu estou muito bem, obrigada por falar conosco.

[Brian] Obrigado voces, por me receberem.

[Aiko] Eu tenho que confessar que é muito emocionante, sabe, nós sempre fomos fãs e da última vez que estiveram aqui, acho que foi ha alguns anos atrás, ccerto?

[Brian] É já faz algum tempo, acho que já faz dois anos, viemos... Eu nem tenho certeza se estivemos aqui, sinto muito, mas temos viajado por tantos lugares por ha tanto tempo... eu não tenho certeza se viemos com a turnê de Unbreakable ou não, acho que viemos com Never Gone.

[Aiko] Eu acho que voces vieram, porque foi em novembro de 2008.

[Brian] Oh! Wow!

[Aiko] Sim! Faz um tempinho.

[Brian] Eu acho... Eu acho que deve ter sido com Unbreakable, porque foi ha dois anos, provavelmente... mas, hey, estamos... backstreet... "Backstreet's Back, alright!"

[Aiko] Alright! Adorei! Adorei! Ok, dessa vez voces estarão muito perto de nós, em Toronto, promovendo o álbum novo, This is Us, e, tomando por base o título do álbum eu posso deduzir que voces estão apresentando às fãs um pouco mais de quem voces são, enquanto grupo, atualmente?

[Brian] Eu acho que isso é os Backstreet Boys aceitando e estando confortáveis com quem somos hoje, como você disse, durante esse tempo gravamos alguns álbuns, desde Black & Blue e Never e Gone nós crescemos muito enquanto pessoas; eu não tenho que lembrar as pessoas de tudo que passamos porque elas tem praticamente nossa idade, nós éramos crianças quando tudo isso começou e nós tivémos que crescer e nos tornarmos o que somos hoje; eu acho que com This is Us deixamos um pouco o rock de lado, é música pop, divertida, animada, assim como nossos maiores sucessos, no passado; nós gostamos de criar e cantar músicas que fiquem legais no palco, porque as pessoas se lembram dos nossos shows, nós costuvamos dançar bastante, cantamos bastante, e é isso, os Backstreet Boys se sentem bem hoje, depois de 17 anos de carreira, nós queremos nos sentir felizes com nosso trabalho antes de mais nada, This is Us é uma prova disso e nós ainda estamos  aqui.

[Aiko] Brian, as fãs cresceram com voces, como você disse, são 17 anos de carreira, e mesmo antes disso, eu acho que voces devem ser amigos ha muito tempo, voces tem tantas histórias marcantes, juntos, voces são uma familia unida, então, o que acontece quando voces saem em turnê e cantam as mesmas músicas várias e várias vezes, então, o que as fãs podem esperar do novo show aqui no Molson Amphitheatre, dia 14 de agosto?

[Brian] Sabe, o mais legal do nosso show é, nós mudamos muito com o tempo, ha alguns anos atrás nos importávamos com quão grande o show poderia ser e nosso foco, agora, é dar as fãs o que elas querem. Elas tem que ouvir músicas como "Quit Playing Games" e "Backstreet's Back"...

[Aiko] Porque eu choraria se não as ouvisse... Eu choraria se não as ouvisse.

[Brian] E pra ser honesto com você, a gente também cansa de cantar as mesmas músicas sempre, mas fizemos alguns arranjos novos nas músicas, colocamos alguns samples de outras músicas, então acho que isso as mantém interessantes para as fãs, que como você disse, cresceram conosco e não querem mais ouvir aquela mesma música...

[Aiko]

[Brian] O que eu quero dizer é que tentamos manter as músicas atuais. A turnê de This is Us tem 24 músicas, nós nos apresentamos por aproximadamente 1 hora e 40 minutos, nós estamos, literalmente, saindo de uma tela de cinema, é muito teatral, quisemos fazer algo diferente, quisemos trazer o palco um pouco mais próximo das fãs... Eu acho que mesmo que você não seja um fã de Backstreet Boys, mas você gosta de algumas músicas, eu acho que você deveria ir até o show, voces irão se divertir.

[Aiko] Voces já se apresentaram no Molson Amphitheatre antes?

[Brian] Já sim, sim.

[Aiko] Ok, porque eu ia dizer que as fãs também adoram aquele lugar, a atmosfera, o ambiente daquele teatro é brilhante, então em noites quentes de verão, como as que estamos tendo, será perfeito.

[Brian] Nós iremos suar como loucos.

[Aiko] Yeah! Oh, você sabe, as garotas irão adorar isso... Eu acabei de assistir o último video, de Bigger, que foi filmado no Japão, certo? 

[Brian] Sim, em Toquio.

[Aiko] Eu tenho que dizer que eu sou uma nipo-canadense, nascida e criada no Canadá, nunca fui ao Japão, mas fiquei com uma pontinha de inveja ao ve-los lá. Como foi a experiência?

[Brian] Nós temos muitos, muitos fãs no Japão ha muito tempo; e foi minha idéia de fazer algo fora dos Estados Unidos e aconteceu de nós termos de ir a Toquio em uma viagem promocional desse álbum e eu pensei que poderiamos unir as duas coisas, poderiamos fazer o video e mostrar o horizonte Japones, uma outra parte do mundo que muita gente não conhece, e essa é uma forma de conhecer o mundo, através da TV e da internet; então eu achei que seria legal fazer algo fora da América, todo mundo grava seus videos na Califórnia ou em Nova Iorque e já ficou cansativo...

[Aiko] Ficou muito bem feito, muito fofo, e eu realmente gostei porque acho que mostra a amizade de voces...

[Brian] Eu acho que mostra que nós nos divertimos juntos, não é só negócios, mas sobre nos gostarmos, gostarmos do que fazemos, do show, das fãs; nós somos gratos por tudo isso, eu acho que quanto mais ficamos nesse ramo, quanto mais tempo estivermos na área, é como na música, nós continuamos juntos e as fãs nos ajudam, elas estão lá por nós e nós somos gratos e respeitamos isso, eu acho que é isso, o video mostra que gostamos de nos divertir.

[Aiko] Só tenho mais uma pergunta. Nessa turnê, durante o verão, voces são uma dentre tantas outras bandas que estão boicotando a BP. Uma boa notícia surgiu, outro dia, dizendo que eles finalmente pararam o vazamento, mas demorou muito, muito tempo pra isso, então... Por que foi importante, pra voces, fazerem parte disso?

[Brian] Eu acho que é uma questão de assumir uma determinada postura. As pessoas querem fazer parte do que fazemos, prestam atenção no que dizemos e nós somos apenas músicos, não políticos, não estamos concorrendo a nada, mas sentimos que era importante assumir uma postura e defender o que é certo; Nós estamos falando de uma grande empresa que ganha zilhões de dolares e eu estou cansado de assistir aos noticiários sobre esse vazamento e... nós podemos assistir a isso 24/7 e eles não podem arrumar isso. Então, estamos rezando para que o vazamento pare e para que consigamos tirar todo o óleo da água, mas vamos esperar e ver como eles vão limpar a agua e como eles vão se comportar com essas famílias, cidades, praias que foram prejudicadas, eles não tem barcos lá, não tem casas, não tem familias lá, porque eles pegaram tudo e partiram... É isso que me preocupa...

[Aiko] É um efeito continuo de um único fato...

[Brian] Exatamente isso... E nós constumamos esquecer de quantos recuros naturais nós temos e que vem da água, como comida e muitas outras coisas; é triste, parte meu coração saber que as pessoas tiveram que juntar os cacos da sua vida e mudar sem rumo, tiveram que ir para cidades grandes, onde pode ser que eles não se acostumem e ter de começar tudo novamente. E eu quero que a BP venha e diga "nós podemos resolver isso" e não apenas resolver o problema, mas trazer uma verdadeira solução pra todos os problemas.

[Aiko] Excelente. Eu concordo, eu concordo plenamente! E eu acho que voces assumindo uma posição, eu acho que as fãs farão o mesmo, voces serão exemplos que elas desejarão seguir.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Murphy & Denise entrevistam Brian Littrell dos Backstreet Boys


[Denise] Nós crescemos com os Backstreet Boys e eles estão na cidade e andamos tão empolgadas, conversando sobre o show, então claro que tinhamos que falar com um dos membros da banda.

[Murphy] Para aqueles que não sabem, esse é Brian Littrell, dos Backstreet Boys (Hello, todo mundo sabe isso). E essa noite voces estão no 1STBANK Center, em Broomfield e nós estamos muito felizes de tê-los aqui novamente. Como vão os Backstreet Boys?

[Brian] Cara, nós temos viajado o mundo todo. Em outubro passado nós lançamos nosso sétimo álbum, que se chama "This is Us"

[Murphy] Os Backstreet Boys existem ha 17 anos, pra muitos de nós é dificil de acreditar. Fale-nos um pouco sobre a banda, quero dizer, voces eram muito jovens no começo, mudou muita coisa?

[Brian] Não muito, hoje nós somos em quatro, Kevin saiu há mais ou menos cinco anos...

[Murphy] Certo...

[Brian] Nós já gravamos dois álbuns sem o Kevin. Continuamos eu, Nick, Howie e A.J., não existe como preencher o lugar que era do Kevin, eles queriam preencher o lugar do Kevin através de um reality show e nós rejeitamos.

[Murphy] Fizeram bem, Brian, fizeram bem...

[Murphy] Muitas novidades no caminho dos Backstreet Boys?

[Brian] Lógico. Estamos conversando sobre voltar aos estúdios em Setembro, depois da turnê canadense. Iremos voltar ao estúdio, trabalhar com compositores e produtores incríveis, e fazer um novo CD que provavelmente sairá no começo do ano.

[Murphy] Wow

[Brian] Nós somos rápidos, com o tempo ficamos mais espertos quando estamos em estúdio. Eu só queria dizer pra todo mundo que eles precisam vir ver o show, nós apresentamos 24 músicas, temos quatro dançarinas, nós saltamos pra dentro e fora de uma tela de cinema, tem pequenos filmes que apresentamos durante o show, é bem teatral; com certeza voces irão ouvir algumas músicas antigas, mas também ouvirão as mais recentes do álbum novo, então venham e divirtam-se com "Quit Playing Games" e "Backstreet's Back" e "I'll I Have to Give" e "As Long As You Love Me" e "I Want It That Way" e "Shape of My Heart" e a lista continua...

[Murphy] Meu Deus, as mulheres irão gritar. Voces não ficam cansados disso? Das mulheres gritando?

[Brian] Por que ficariamos? 

[Murphy] risadas

[Denise] Exatamente! Realiza...

[Brian] Eu me sinto com 18 anos com todas aquelas garotas gritando.

[Murphy] Isso é ótimo. Mal podemos esperar para vê-los essa noite, nós falamos com Brian Littrell, Backstreet Boys, que estão no 1ST BANK Center, essa noite em Broomfield, boa sorte, nos vemos lá, Brian.

[Brian] Obrigado, estamos ansiosos por isso.

[Denise] Ok, obrigada, cuida-se e obrigada por ter ligado.

[Murphy] Ainda soam tão jovens, mas já estão juntos há 17 anos.

[Denise] "Eu me sinto com 18 anos com todas aquelas garotas gritando." Eu não sabia que os Backstreet Boys podiam ter um "sotaque caipira" (country accent), pelo menos não assim.

[Murphy] Eles podiam gravar música country agora, quem sabe, seria legal.

Fonte: Kosi 101 (by Murphy & Denise)

terça-feira, 15 de junho de 2010

Backstreet Boys | Entrevista com AJ para a "In This Week"

Faz quatorze anos desde que o fenômeno pop explodiu em todo o mundo e as adolescentes cobiçavam, choravam e fantasiavam com os cinco rapazes do grupo conhecido como Backtreet Boys. Quando os BSB surgiram com seu primeiro álbum "Backstreet Boys" em 1996, Eu tinha 16 anos e estava no segundo ano colegial. Eu confesso que apesar de ser encantada pelo Nick Carter, eu não era fã das músicas deles. Eu era uma garota que andava de skate e curtia rock como Bush, 311, Nirvana, Reel Big Fish e assim por diante. BSB definitivamente não estava na minha lista de favoritos, eles estavam, entretanto, na minha lista de prazers culposos. De 1996 até 2000 e quando os BSB lançaram o seu álbum mais conhecido, "Millennium", que eu ouvi pela metade, eu me encantei pelos Backstreet Boys. Era impossível não se encantar enquanto esses cinco rapazes dominavam o cenário músical e os programas de TV. Conforme os anos foram passando a onda das boy bands foi passando, mas os Backtreet Boys, embora eles não estivessem mais sob os olhares atentos do grande público, seguiram em frente.

Avançando pros dias de hoje, eu estou me preparando para fazer uma entrevista por telefone com A.J Mclean. Embora eu esteja prestes a fazer 30 anos, eu não consigo evitar ficar excitada com a idéia de que eu vou conversar com um Backstreet Boy. Não apenas um dos Bakcstreet Boys, mas o "bad boy", AJ.

"Eu não sou mais o 'bad boy', mas eu ainda sou o mais louco e eu sempre quero ir além. Eu sempre serei diferente. Eu nunca serei normal," disse McLean diretamente da sua casa em Hollywood, dizendo que estava "aninhado com seus cachorros na sua cama".

Depois de alguns anos separados, quatro dos cinco rapazes decidiram que eles queriam reunir forças e colocar algun sentido nas músicas dos BSB, "Backstreet's back alright". O grupo está, atualmente, em uma turnê mundial para celebrar seu mais novo álbum "This is Us". Embora estejam mais velhos, quando o assunto é música, os rapazes dos Backstreet Boys continuam os mesmo, menos Kevin Richardson.

Eu continuo um pouco chocada com o fato de estar ao telefone com um Backstreet Boy, mas eu descobri que o McLean é muito gente boa. É muito fácil conversar com ele e realmente não parece ter sobrado muita coisa daquele bad boy. Pelo telefone, McLean fala sobre a turnê dos BSB, o novo álbum e porque os Backstreet estão melhores do que nunca.

McLean revela que Richardson saiu do grupo ha quatro anos e meio atrás e que a saida foi amigável. Depois que Richardson saiu da banda, os outros membros tiraram um tempo para focar na sua vida pessoal. Nick Carter apareceu em alguns reality shows, Brian Littrell casou-se e continuou fazendo música, Howie Dorough investiu no mercado imobiliário e A.J. McLean se tratou dos seus problemas com alcoolismo.

"Mesmo quando estavamos trabalhando nos nossos projetos solos, nós sempre nos mantivémos no cenário músical. Nós sempre tentamos achar um tempo para fazermos nossas coisas particulares. Nós temos que nos deixar crescer enquanto pessoas," disse McLean que fala sobre os projetos musicais em que o grupo trabalhou enquanto curtiam seu tempo separados.

Enquanto ouvia ao McLean, ficou claro que era importante para os membros dos Backstreet Boys trabalharem nos seus projetos individuais. Talvez a melhor decisão que o grupo pudesse ter tomado era dar um tempo dos Backstreet Boys e fazer suas próprias coisas porque eles aprenderam que se superam quando estão juntos.

"Isso tem sido, honestamente, fenomenal. Nós demos um tempo quando nós mais precisamos," disse McLean que acrescentou que a reunião é algo celebrado por todos os membros dos BSB. O entusiasmo dos músicos por estarem de volta a estrada fica evidente quando McLean fala sobre o novo álbum e a nova turnê.

"Esse novo álbum é uma declaração de quem somos. É o mais próximo do "Millennium", mas nós trabalhamos com novos compositores e produtores. Nós tentamos dar ao  álbum o ar de show, para manter o bom ritmo," disse McLean.

Enquanto McLean fala sobre trazer energia para os shows, me ocorreu a pergunta sobre como o  novo show é.

"Eu acho que as fãs irão embora sentindo-se ótimas. É temático, baseado em filmes e nós temos um DJ ao invés d euma banda. É um dos melhores jogos de luz que você já viu," disse McLean.

Quando perguntado se os BSB farão uma apresentação ao vivo ao invés de playback, McLean foi duro na sua resposta, "Não vou responder a isso. Nós temos provado nossa capacidade nos ultimos 17 anos."

McLean garantiu é um show que vale a pena ver. Enquanto os Backstreet Boys continuam fora da minha lista de favoritos, eu tenho que ser honesta e dizer que esse show será uma viagem ao passado e uma indulgência ao meu prazer culposo da década de 90. A não ser que McLean esteja exagerando, esse show trará a tona a adolescente dentro de nós, gritando e tentando alcançar os rapazes dos Backstreet.

Voces deveriam ir: Backstreet Boys
Quando: Quarta-feira, Junho. 23 as 19:30.
Onde: EnergySolutions Arena 301 W. South Temple/Salt Lake City
Tickets: U$35, smithstix.com

Fonte: inthisweek.com (Posted by Autumn Thatcher. 14/06/2010)

Tradução livre e postagem por: Dannynha Mansani